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One Piece RPG

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Teste de Template

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1 Teste de Template em Sab Out 03, 2015 1:43 am



Excalibur


Demons
Bem, uma história qualquer de uma crônica romântica ficcionista dentro de um púrpuro (de purpurina) conto de fadas. Irônico não? Não sei descrever isso, talvez seja, na realidade, um resgate de um passado desconhecido, até a origem do universo poderia ser revelada aqui, talvez sim, talvez não, depende do meu fraco ânimo de escrever algo talvez extenso (se bem que tenho até preguiça de escrever coisas curtas como respostas para perguntas objetivas, “sim” ou “não”). Primeiro devo me apresentar – Oi, vocês não me conhecem, mas eu conheço vocês – imaginem um ser humano sorrindo sendo do masculino ou feminino e não tento um rosto, o que impossível, mas enfim. Meu rosto é como o Universo, ele é imenso e invisível, depende da sua imaginação para crer se existe uma face na minha cabeça – Eu não sou personagem, sou um qualquer que contara essa história de um modo que possa fazer entender ou não. Irei transmitir os meus pensamentos sobre a situação, além de passar-vos o que os pensam – devem estar pensando como me chamo se tenho algum nome – Meu nome?? – imaginem eu sorrindo mesmo sem ter boca, lábios, dentes para isso – Eu sou Deus.
Tudo começa na pacata cidade de Pallet, ops, ... Tudo começa na pacata cidade de Amsterdan, a belíssima luxuosa capital de um país baixo chamado de Holanda. Se bem que Holanda é um apelido, o nome correto Países Baixos, mas ok. Nessa cidade repleta de límpidos rios (ou não), que tem diversos cursos d’águas onde os prédios sobre o firme chão eram construídos entorno, principalmente hidrelétricas. Bem, isso é 1997, não posso esquecer de citar que a branca neve não deixava de cair um instante naquele local, assim como o mundo, o astro sol havia se retirado para ir dormir e nunca mais voltou – Que frio – dizia eu em uma onipotência a voar sobre o nubloso céu cinzento. Como poderia eu sentir frio se não existo? Existo? Me diga você – O que venho aqui contar-vos é o seguinte. Veem aquele ali? – aponto para um homem a longe a andar sobre uma rua – Ah desculpe, esqueci que vocês não possuem visão periférica panorâmica fucking awesome como a minha, vou dar-vos um zoom – Dou uma aproximada na visão de vocês, efeito conhecido com Zoom, porém, este não está desfocado ou pixelado como as câmeras fotográficas – bem, este rapaz que vocês o veem – ri momentaneamente por uns segundos – ele é engraçado, tipo, muito engraçado – gargalho com um louco – enfim, este ruivo, ele procura por respostas sobre a sua vida. Ele sente que sua vida só se inicializou no momento que o mesmo foi encontrado por seu mentor/pai adotivo. Pensa que antes vivia num Limbo, não estava vivo, mas nem morto. Um pouco confuso eu sei, cabe a mim, quero dizer, a nós ajuda-lo a descobrir quem é, qual é o seu passado, qual histórias carregam em seu sangue – sorrio – Bem Vindo ao Game of Thrones.
All Hail The King!



Última edição por Ayato' em Sab Out 03, 2015 1:53 am, editado 1 vez(es)

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2 Re: Teste de Template em Sab Out 03, 2015 1:52 am



Excalibur


Demons
Ele dizia Game of Thrones e explosões surgiam a alguns metros as costas dele, como quando os humanos viram Power Rangers. Bem, paremos de brincadeiras de referências às coisas e sejamos mais centrados no tema central dessa história, Levi Ackerman (?). Provavelmente agora vocês não irão entender o porquê da interrogação dentro de um parêntese, e também não vou contar-vos isso, caso não valeria a pena estar a escrever isso. Enfim, sejamos objetivos. Deus se pôs a observar o ruivo mesmo naquela absurda distância, afinal, ele é Deus, Deus tem poder e capacidade para tudo. Será que tem? Diga-me a sua opinião.
Aterrissou sobre o gélido chão coberto por flocos de neves e a neve em si. Está a metros atrás de Levi que não podia sentir a presenta daquele ser onipotente, assim como todos os seres humanos que vivem no Planeta Terra. O ruivo olhou para trás, sentiu um forte vento balançam seus cabelos, porém só via uma rua vazia, oca. Virou-se para frente novamente. Olhou para os lados, desconfiado. Franziu o cenho. Respirou. Expirou. Suspirou. Pensou seriamente em algo, pensou no que ele está pensando, coisa um pouco paradoxal. Ok, reflitamos em Levi pensar no que está pensando.
Deus resolveu avançar sorridente, mesmo sem boca para sorrir. Caminhou lentamente até o protagonista desse conto, seus passos faziam um som de sapato de sola de madeira que somente o andarilho podia escutar. Ajeitou sua graveta negra que combina com seu terno negro que combina com seu sapato de sola de madeira de coloração negra que combina ainda com a camisa branca que usa por baixo do terno. Tocou no ombro do principal personagem que sente o toque, mas não vê quem o toca, então uma voz vem a sua mente por telepatia que falava – Vamos dar uma volta, meu rapaz – ele não entendeu o significado disso, piscou logo em seguida, então ergue suas pálpebras e se vê é um cenário completamente branco. Olha para seu ombro tocado e vê a figura que o tocou.
- Quem... O quê é você?? – perguntou Levi assustado.
- Eu?? – deu uma risada que não é mostrada – sou Deus.
- Deus??
- Sim.
- E o quê quer comigo??
- Não quero nada não – pausou por segundos.
- ???
- Só vou mostrar o que você realmente é!
- O que realmente sou?!
Antes de completar essa fala, o cenário troca novamente, Levi começar a cair, a cair de um penhasco aparentemente, então surge coisas como rolos de filmes e fotos que mostram toda a linha do tempo e de vida daquele rapaz. O mesmo visa para baixo e vê um portal branco, o qual estava indo em direção em queda livre. Adentrando nesse portal, ele acorda, acorda sobre uma macia e verde grama. Abriu seus glóbulos oculares, deu meia volta, ficando de ventre para cima, reparou no cintilante azul do céu de poucas nuvens. Levantou-se fraco, sem forças, uma mão o ajuda a se erguer, era Deus.
- Onde estou?? – questionou o jovem cavaleiro de capricórnio.
- Na Grã-Bretanha ...
- Grã-Bretanha??
- Do século V!
- O QUÊ ?! – exclamava ele irritado  - POR QUE RAIOS DE MOTIVO EU ESTOU AQUI?!
- Calme – deu um leve sorriso – eu disse que mostraria quem você realmente é, por isso o trouxe aqui.
- MAS O QUE TEM AQUI??
- A resposta para o seu passado – ficou sério.
Levi fechou o rosto, franziu o cenho mais uma vez no mesmo dia. Está interiormente irritado com aquele Deus sádico, sarcástico e irônico. Encontrar alguém que seja igual a você as vezes não é bom, né Levi de Capricórnio??
- Serei o seu guia nessa viagem, jovem rapaz – indaga Deus.
- Ótimo, isso é o mínimo que pode fazer – suspirou – enfim, devo ir para onde?? – interrogou o capricorniano.
- Para aquele reino ali – aponta com seu dedo indicador, mesmo não sendo algo educado, para um reino a direita, sobre uma planície, a cerca de quilômetros donde os dois se encontravam.
- Que reino é aquele?
- Inglaterra!
- Inglaterra do século V?? – coloca sua mão sob o queixo como sinal de estar a pensar.
- Uhum.
- Quem é o rei??
- Vá lá e descubra por si mesmo.
Levi estava a olhar para o reino a fundo, vira-se para Deus, entretanto, o mesmo sumira em um passe de mágica – Maldito! – disse contendo a raiva. Voltou a dar uma suspirada de pura frustração que sentia naquele momento. Por algum motivo, talvez ou não banal, olhou para o seu braço direito. Reparou que estava sem sua veste dourada de capricórnio, e lembrou-se que estava sem a mesma antes mesmo de ir para Amsterdã, na Holanda. Iniciou sua caminhada para o objetivo, o Reino da Inglaterra.
Já era à noite quando chegara ao local que estava iluminado por tochas presas a paredes de casas, lojas, prédios.  Sentiu o frio do outono da região, mas a sua insensibilidade e as extremas baixas temperaturas que o mundo no ano de 1997 tinha, fazia com que aquele frio parecesse uma leve brisa de verão tocando a clara pele do cavaleiro dourado.
Encontra uma moça na rua, e a pergunta um questionamento.
- Com licença, sou novo aqui, poderia me dizer quem governa este reino??
- A Inglaterra??
- Isso.
- Rei Arthur!
- O Rei Athur??! – uma expressão incomum toma conta do rosto de Levi, estava assustado, sem reação, pois ao perceber que o seu personagem da literatura é real, acho que isso seria uma atitude comum para qualquer pessoa.  
All Hail The King!

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