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[Role Play] A despedida

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1 [Role Play] A despedida em Seg Out 05, 2015 2:56 pm



Com quem: AQUI | Local: AQUI | Veste: AQUI

Natsuko Seiji

WHEN I STOPPED LOOKING SO FORWARD TO WHAT I NEEDED AND I STARTED TO LOOK KINDLY TO WHAT I HAD DISCOVERED THAT, INDEED, THERE IS MUCH MORE TO BE THANKFUL FOR THAN ASKING. SO MUCH SO, THAT SOMETIMES, WHEN I THINK, I'M MOVED ME. SO THERE, BUT ALSO GET TO SEE.

"-- Não acha que eu vou ficar aqui pra sempre né? -- Gritava descendo as escadas indo para a sala de jantar aonde encontraria Klaus, ou melhor, meu pai. -- Você não pode me obrigar, Klaus, sei cuidar muito bem de mim, afinal sei cuidar muito melhor que você! -- Completei no mesmo tom com uma expressão raivosa no rosto.

Bem não estranhem o modo como falo. Sempre foi assim, Klaus havia me criado dessa forma, agora não era minha culpa se nem mesmo aquele quem me criou tinha o poder o suficiente para me segurar. Confesso que muita coisa mudou desde que descobria  verdade sobre minha mãe, o meu jeito agressivo se intensificou desde então, e tentar restringi-lo só ficaria pior. Para aqueles que desconhecem minha historia lhes digo o resumo desta. Meu nome é Natsuko Seiji, filho de Klaus e Lucy Natsuko. Minha mãe fora assassinada. Mas não foi de uma maneira como qualquer outra, alguém tinha culpa e essa culpa caia sobre os ombros de Klaus, meu pai. O mesmo não tivera forçar para protegê-la dos perigos que ele trazia, Agora? Tentava se redimir tentando cuidar do fruto do fracasso, eu.

--  Você não conseguiu nem cuidar da minha mãe, não espere que irá conseguir cuidar de mim Klaus. -- Indaguei interrompendo sua fala.

Nem sempre as coisas foram assim, antes eu e meu pai nos dávamos bem, tudo que aprendi e sou foi graças a ele, não tenho muito a reclamar o modo a qual ele me criou, afinal hoje consigo viver no mundo caótico sem nenhum problema, consigo enfrentar situações que garotos da mesma idade que eu desconhecem. Mas tudo isso mudou quando descobri a verdade, o mais difícil foi ter descoberto pela boca do meu avô por parte de mãe. Sim, meu pai não era a unica família que me restava, ainda possuía a parte da família da minha mãe, que sempre me recebeu de braços abertos, mesmo tratando-os friamente. E nem preciso dizer qual a relação entre eles e meu pai certo? Ódio é mais fraco dos sentimentos. Afinal por culpa dele sua filha estava morta e minha mãe. Compreensível.

Sempre quando citava minha mãe na conversa que debatia com meu pai tudo mudava, ele não conseguia mais se expressar e o rosto que carregava se tornava vazio, era só pronunciar seu nome que Klaus perdia o chão. Apesar de tudo não gostava de fazer isso com ele, mas não me permitia demonstrar tal afeto por este, ele sabia que eu o amava mesmo assim, mas tais palavras nunca mais sairiam de minha boca. E colocar minha mãe na conversa era um ótimo jeito de finalizar um assunto com ele.

--  Não sei a hora que volto, portando nada de me esperar, vá cuidar da sua vida! -- Disse antes de sair porta afora.

Objetivo escreveu:

  • Ir para a cidade.


  • Entra para a marinha. Conhecer o mesmo é seus membros.

Agradeço à Nanda - TPO

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2 Re: [Role Play] A despedida em Ter Out 06, 2015 11:57 am

Gol D. Roger

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Game Master (GM)
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Seiji definitivamente não se dava bem com seus ascendentes. Deixou a casa de sua família tal qual um furacão, legando um pai com os olhos úmidos atrás de si. A sua frente, a imensa Logetown, segunda maior cidade do East Blue, perdendo apenas para a capital do Reino de Goa. Era início de tarde, e um ar fresco soprava.

O rapaz seguia sem nenhum rumo aparente pelas ruas da cidade. Podia ver pessoas comuns transitando em todas as direções. De todas as idades. Vendedores de ruas empurravam seus carrinhos gritando a quem passasse o conteúdo e os valores. Alguns soldados do quartel da marinha caminhavam em meio as ruas maiores para manter a lei. E, como sempre, a região próxima do porto ou da plataforma de execução, encontrava-se sempre fervilhando de pessoas. Em outras palavras, apenas mais um dia comum para Loguetown.

A única coisa de especial que Natsuko veria, seria um marinheiro duelando contra um outro homem. Ambos armados de sabre. Ali, havia um pequeno clarão na multidão. Um espaço onde ninguém ousava circular cercando os dois contendentes. Algumas pessoas assistiam a ação com olhos esbugalhados. A todos que pudessem ver, o marinheiro claramente não estava levando a melhor...

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